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A tecnologia avança. O paciente continua sendo humano.
Nas últimas semanas, participei de eventos, congressos e conversas com colegas onde um tema dominou praticamente todas as mesas: inteligência artificial na medicina. E eu entendo o entusiasmo. Genuinamente. Algoritmos que detectam lesões em colonoscopias com precisão superior à do olho humano. Modelos preditivos que antecipam recidivas em doenças inflamatórias intestinais. Ferramentas de análise de microbioma que processam em segundos o que levaria semanas em laboratório. São

Nagastro
há 2 dias3 min de leitura


Maio Roxo: o que os números da DII revelam — e o que ainda precisamos fazer
Em maio, o roxo aparece para falar sobre a Doença Inflamatória Intestinal. E eu, como gastroenterologista com décadas de atuação clínica e acadêmica, vejo nesse mês uma oportunidade que vai além da conscientização simbólica. É uma oportunidade de sermos honestos sobre onde estamos — e sobre o que ainda precisa mudar. Os números que precisamos encarar A DII — que inclui a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa — registrou crescimento de 61% em internações hospitalares no Br

Tomas Navarro
31 de mai.4 min de leitura


Quase 10 anos depois: o que aprendi construindo um núcleo de educação em gastroenterologia do Brasil
Em 2016, eu tinha uma pergunta que não saía da cabeça: Por que é tão difícil para um médico se manter atualizado em gastroenterologia? Não faltava ciência. Não faltavam publicações. O que faltava era uma ponte — entre o que a pesquisa descobria e o que chegava ao consultório. Entre o que o especialista sabia e o que o profissional de outras áreas conseguia acessar. Entre a teoria das diretrizes e a prática de quem atende 30 pacientes por dia. Foi dessa pergunta que nasceu a N

Tomas Navarro
20 de mai.3 min de leitura
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